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A cidade de Marialva, assim como a maioria dos municípios, conhece a associação da Prefeitura, a Afupuma. Ao contrário do que muita gente pensa, a associação dos funcionários não pertence à Prefeitura. Ela se mantém graças aos recursos das mensalidades pagas pelos sócios que são servidores municipais no valor de R$ 27,56 , além da renda obtida com locações de espaços.
Neste mês de maio, a associação poderá perder mais de R$ 4 mil devido à saída de diversos servidores que estão deixando de ser sócios. Todos são cargos comissionados e surgem questionamentos sobre o motivo dessa movimentação. Seria um pedido da atual gestão? Caso seja, qual seria a razão para uma ação que pode prejudicar uma associação considerada importante para a cidade? Ou seria uma demanda política contrária ao atual presidente da associação, que também é presidente do SISMMAV – sindicato dos servidores municipais de Marialva, Mandaguarí, Mandaguaçu, Ourizona e Astorga.
Tentamos contato com o Executivo, porém não obtivemos resposta até o fechamento desta matéria. Em contato com o Hélio, Presidente da Afupuma e do Sindicato SISMMAV, ele lamentou que a situação esteja sendo tratada sob um viés politico.
A associação depende dessa arrecadação para manter diversos serviços essenciais em funcionamento, além de custear despesas mensais e funcionários, como o caseiro responsável pelos cuidados do local.
É importante destacar que a Igreja Católica e a Prefeitura utiliza os espaços da associação de forma gratuita e que essa parceria ocorre não apenas na atual gestão, mas também em administrações anteriores.