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Onça-parda atropelada na BR-376 mobilizou equipes de resgate em Tibagi

Foto: PRF

Uma onça-parda atropelada na BR-376 mobilizou equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Corpo de Bombeiros e um médico veterinário neste sábado (30), em Tibagi, nos Campos Gerais do Paraná.
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De acordo com as informações, trabalhadores terceirizados da concessionária responsável pela administração da rodovia localizaram o animal ferido às margens da pista, no km 446 da BR-376. Imediatamente, as equipes da PRF foram acionadas para atender a ocorrência.

Ao chegarem ao local, os policiais constataram que a onça ainda estava viva, porém apresentava respiração lenta e sinais de grave comprometimento físico em decorrência do atropelamento.

Diante da situação, um médico veterinário foi chamado para realizar o resgate do animal, contando com o apoio do Corpo de Bombeiros. A onça recebeu atendimento emergencial e os procedimentos necessários para tentar preservar sua vida.

Apesar dos esforços das equipes envolvidas no resgate, o animal não resistiu aos graves ferimentos causados pelo impacto e morreu após receber os primeiros cuidados médicos.
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O caso chama a atenção para os riscos enfrentados pela fauna silvestre nas rodovias paranaenses, especialmente em regiões próximas a áreas de mata e corredores ecológicos, onde a travessia de animais é frequente.

O que fazer ao atropelar um animal?
Especialistas orientam que, ao atropelar um animal silvestre, o motorista deve sinalizar o local e acionar imediatamente os órgãos competentes, como a Polícia Rodoviária, a concessionária responsável pela rodovia, o Corpo de Bombeiros ou órgãos ambientais. Caso o animal esteja ferido, o resgate deve ser realizado apenas por profissionais capacitados, evitando riscos tanto para o condutor quanto para o próprio animal.

Embora o atropelamento geralmente seja considerado um acidente, deixar de comunicar o ocorrido e abandonar um animal ferido sem buscar auxílio pode resultar em responsabilização administrativa e ambiental, conforme a análise das autoridades competentes em cada caso.

A morte da onça-parda reforça a importância da atenção redobrada dos motoristas em trechos próximos a áreas de preservação ambiental, onde a presença de animais silvestres na pista é mais comum.

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