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No dia 30 de maio de 2025, Marialva viveu um grande evento político e institucional. Autoridades estaduais e municipais anunciaram com festa a construção da tão sonhada Maternidade Municipal, com investimento de R$ 7 milhões do Governo do Paraná.
Teve discurso, foto oficial, promessa de atendimento humanizado, estrutura moderna, centro cirúrgico obstétrico, banco de leite, sete leitos e capacidade para até 20 partos por mês. O anúncio foi tratado como um marco histórico para a saúde pública do município.
Mas hoje, um ano depois, a população faz uma pergunta simples e direta:
ONDE ESTÁ A MATERNIDADE?
Até agora, não há obra concluída, não há estrutura levantada e não há respostas claras para a população. O terreno continua sem a maternidade prometida, enquanto mães seguem dependendo de atendimento fora do município.
O dinheiro anunciado foi liberado?
Está na conta da prefeitura?
Está parado?
Foi investido?
Existe projeto aprovado?
Existe licitação?
Qual é o motivo real para a obra não ter começado?
A população merece transparência.
O então secretário estadual da Saúde, Beto Preto, esteve em Marialva para anunciar a obra. Hoje, fora do cargo e com futuro político em discussão, fica a pergunta: terá coragem de voltar à cidade para pedir votos sem antes explicar por que a maternidade ainda não saiu do papel?
A secretária municipal de Saúde, Débora Mori, também precisa prestar esclarecimentos. O que aconteceu desde o anúncio? Qual etapa travou? O município cumpriu sua parte?
Os deputados estaduais Adriano José, Delegado Jacovós e Evandro Araújo participaram do evento, apareceram nas fotos e reforçaram o compromisso com a obra. Agora, a população quer respostas concretas, não apenas discursos e cerimônias.
E a prefeita Flávia Cheroni, que chamou o anúncio de “um dia histórico”, também precisa explicar por que, um ano depois, a maternidade ainda não começou a funcionar nem sequer saiu efetivamente do papel.
Marialva não precisa de palanque.
Precisa de obra.
Precisa de atendimento.
Precisa de respeito com as mães, os bebês e toda a população.
Porque anúncio sem execução vira apenas frustração.
E a população está cansada de promessas.