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Marialva sob vigilância: município registra 98 notificações de dengue, mas mantém cenário controlado em 2026

Foto: Comunicação / Prefeitura de Marialva

A Prefeitura de Marialva, por meio da ação conjunta entre a Secretaria Municipal de Saúde e o setor de Vigilância em Saúde, divulgou o mais recente Boletim Epidemiológico da Dengue. O balanço cobre o período de 1º de janeiro a 20 de junho de 2026 (compreendendo as semanas epidemiológicas 01 a 24) e aponta que, apesar do estado de alerta, os índices da doença permanecem sob controle no município.

Até o momento, a maior parte das suspeitas notificadas foi descartada após exames laboratoriais e investigação de campo, e a cidade não registra nenhuma morte decorrente da infecção.

O cenário epidemiológico em números

Os dados oficiais detalham a situação epidemiológica atual de Marialva:

Status dos CasosQuantidade
Notificações registradas98
Casos confirmados08
Casos em análise (aguardando resultado)05
Casos descartados85
Óbitos confirmados00

Prevenção e responsabilidade compartilhada

Apesar dos números baixos em comparação a anos anteriores ou a outras regiões do estado, as autoridades de saúde alertam que não é hora de baixar a guarda. A eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti — que também transmite os vírus da zika e da chikungunya — continua dependendo diretamente da atitude dos moradores.

“A prevenção é a nossa principal ferramenta. A colaboração da população é fundamental para eliminar possíveis focos em residências, terrenos e áreas comuns”, reforça a Secretaria de Saúde.

Ações simples que fazem a diferença no dia a dia:

  • Eliminar qualquer recipiente que possa acumular água parada.
  • Limpar periodicamente as calhas e manter os quintais livres de entulho.
  • Garantir a vedação perfeita de caixas d’água, cisternas e tambores.
  • Descartar corretamente lixo e materiais recicláveis.

Como denunciar focos

A Prefeitura de Marialva lembra que o combate ao mosquito é um dever coletivo. Caso o cidadão identifique locais com água parada, terrenos abandonados ou potenciais criadouros do Aedes aegypti, deve acionar o serviço de fiscalização do município.

As denúncias e orientações podem ser feitas diretamente pelo telefone 156.

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